Saturday, September 26, 2015

Vai um pedaço de bolo aí?


Pensei nessa frase não exatamente porque sou doente por bolos (sou mais daquele time que morre por um pacote de salgadinhos crocantes, fedidos e esfarelentos, rs), mas porque, por alguma conexão maluca que a moringa acima dos nossos pescoços cria, e que só um analista explica, ela surgiu, como um pop-up, no café da manhã.

Acredito que, em tempos difíceis, os bolos são os primeiros a sumir da mesa, Quando todo mundo está bem mais preocupado em sobreviver, em ter um teto seguro e outras necessidades primarias maslowianas, assar um bolo estaria, digamos assim, um pouco fora de cogitação. Daí é que fiquei pensando: bom, enquanto há alguém batendo um bolinho de fubá na vizinhança, as coisas ainda estão sob controle. 

Nota: o que tem no meu café da manhã? Gente, é só um café com leite e uma tapioca com queijo, só isso! rsrsr

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