Pensei nessa frase não exatamente porque sou doente por bolos (sou mais daquele time que morre por um pacote de salgadinhos crocantes, fedidos e esfarelentos, rs), mas porque, por alguma conexão maluca que a moringa acima dos nossos pescoços cria, e que só um analista explica, ela surgiu, como um pop-up, no café da manhã.
Acredito que, em tempos difíceis, os bolos são os primeiros a sumir da mesa, Quando todo mundo está bem mais preocupado em sobreviver, em ter um teto seguro e outras necessidades primarias maslowianas, assar um bolo estaria, digamos assim, um pouco fora de cogitação. Daí é que fiquei pensando: bom, enquanto há alguém batendo um bolinho de fubá na vizinhança, as coisas ainda estão sob controle.
Nota: o que tem no meu café da manhã? Gente, é só um café com leite e uma tapioca com queijo, só isso! rsrsr

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