Monday, October 19, 2015

Seja principiante...

Ontem eu peguei um livro budista. É um daqueles casos em que a pessoa coloca o livro na sua mão e diz: lê, você vai gostar (eu não tenho ligação com nenhuma religião ou filosofia de vida - até o momento)! Bom, selecionei um trecho já no começo do livro:

"Se você discrimina demais, você se limita. Se é exigente ou ambicioso em excesso, sua mente não é rica nem auto-suficiente.(...) Quando não alimentamos pensamento nenhum de conquista, nem pensamentos egocentrados, somos verdadeiros principiantes e podemos então aprender alguma coisa de fato."

Ontem fui no planetário da cidade. O programa se chamava: "Jornada no Sistema Solar"; mesmo que eu veja uma projeção dos planetas que formam nosso sistema solar pela centésima vez, vou ficar com a boca aberta como se estivesse vendo pela primeira vez.

Esse conceito, "principiante", me lembrou de cara o famoso discurso do criador da grande marca da maçã comida...Enxergue as coisas como se nunca as tivesse visto antes. Seja curioso. Esqueça que já conhece ou sabe, Aliás, isso me faz lembrar um livro - O Gigante Enterrado...mas isso já é outro assunto.

Tuesday, October 6, 2015

Undo!

Quando a ferramenta de trabalho deixa de ser o computador e volta a ser o lápis de cor, a canetinha, o nankin e a aquarela, a primeira coisa que se nota é: putz, errei, merd*. Nesse universo não existe o "desfazer" ações: ou você tenta consertar ou você refaz...tudo de novo. Já tive que refazer e dar uma "arrumada" em várias artes. Essa é uma delas. Daí, com o tempo, a gente vai aprendendo a ir mais devagar, a testar antes, a fazer um passo de cada vez...e isso vale pra vida também. A nossa tendência é usar a palavrinha "desculpa" como nosso crlt z da vida real. Só que infelizmente, salvar por cima, com o mesmo nome, não faz apagar as palavras duras, as atitudes que magoaram, a quebra da confiança. Fica tudo lá, no hd interno.

Me lembro de, na prova da escola, a gente sempre perguntar se podia fazer "à lápis". E nunca podia, é claro.
Nos acostumamos um pouco demais a pensar as nossas relações com os outros como se fossem feitas à lápis, mas na verdade, estamos é escrevendo com canetinha permanente.

Friday, October 2, 2015

Inktober!

Oba, estou participando do meu primeiro "desafio" do instagram (Se quiser me seguir: @kiteruya)!
A brincadeira se chama "Inktober" e quem entra deve postar uma arte por dia, feita em nankim, durante o mês de outubro! Participar é uma forma de se comprometer a criar algo - pelo menos um  desenho - todos os dias! E você sabe...praticar é a alma do negócio! Vaaamos ao desafio!!

Arte do segundo dia!

Arte do terceiro dia em primeira mão :)!




Thursday, October 1, 2015

Outubro! O que você espera?

E lá vaaaaamos nós!

Começando o mês com uma mensagem inspiradora!
(Porque não tá fácil pra ninguém! Talvez pra Paris Hilton?)


Wednesday, September 30, 2015

Saturday, September 26, 2015

Nunca sai de moda

Olha que coincidência! Escrevendo o título deste post - veja como eu mantenho uma frequencia regular de postagem...no início é assim, né? - me lembrei que teve um ano aí (ou terá sido ESTE ano?) em que essa cor era a COR do ano - é um vermelho-vinho metido a besta (marsala). OBS: na verdade, consultando agora, nem é muito parecido com Marsala...kkkkkk, enfim.

Engraçado essa coisa toda de moda...uma vez ouvi dizer que as cores ditas da estação são, na verdade, uma forma de desovar os tecidos que estão encalhados em algum depósito (em Milão? Paris?). Mitologias urbanas a parte, o que devia estar sempre na moda é a tão conhecida, mas tão pouco adotada, GENTILEZA.
É, gente, chovendo no molhado (seco?)...mas se não estivesse tão escasso no mercado, a gente não precisava mais ficar falando disso, né?

Vai um pedaço de bolo aí?


Pensei nessa frase não exatamente porque sou doente por bolos (sou mais daquele time que morre por um pacote de salgadinhos crocantes, fedidos e esfarelentos, rs), mas porque, por alguma conexão maluca que a moringa acima dos nossos pescoços cria, e que só um analista explica, ela surgiu, como um pop-up, no café da manhã.

Acredito que, em tempos difíceis, os bolos são os primeiros a sumir da mesa, Quando todo mundo está bem mais preocupado em sobreviver, em ter um teto seguro e outras necessidades primarias maslowianas, assar um bolo estaria, digamos assim, um pouco fora de cogitação. Daí é que fiquei pensando: bom, enquanto há alguém batendo um bolinho de fubá na vizinhança, as coisas ainda estão sob controle. 

Nota: o que tem no meu café da manhã? Gente, é só um café com leite e uma tapioca com queijo, só isso! rsrsr

Wednesday, September 23, 2015